Meu

Um destino sopra-me uma direção oculta,
Desfalece e sepulta… Sortilégios.
Servinílica palavra, entristece,
Emudece, umedece.
Alma minha que mistério és?!
Sonhos e critérios, decisões em silêncios,
Silêncios de seduções.
Pares quase imperfeitos.
Vencida quando vence,
Em lágrimas sangradas de minutos vazios
Percussivas vibrações,
Solidão que tanto enforca como edifica.
Tal qual fórmula empírica, onírica,
Irradia anseios e soluções. Medos e tesão.
Mistério meu, vagueia embriagado,
Embravecido e adocicado.
Adonisando-me uma distância,
Branda, em celebrações e serpentinas.
Cristalinas cativantes galgando, insinuantes.
Argamassando em colméias quase secretas
Esse meu desencanto,
Essa inibição que enrubesce.
Sinfonia em tom menor
Prioriza em tablóides leves ditaduras
Ao meu canto impõem, expõem e forçam
Pequenos choque lúdicos, coração e morte.
Alma frágil e forte!
Esse meu mistério porte.

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